Oxigenoterapia hiperbárica combate efeitos colaterais da Radioterapia

Procedimento também atua na recuperação de complicações de cirurgias contra o câncer.


As complicações da radioterapia acontecem, pois há a diminuição do número de vasos sanguíneos na área irradiada, podendo ocasionar sintomas, como: coceiras, bolhas, descamações e feridas na pele. Também podem ocorrer sangramentos, tanto na pele, quanto em mucosas, como as que revestem o intestino e a bexiga. Um outro possível efeito colateral da radioterapia é a dificuldade na cicatrização de ferimentos, o que pode trazer sequelas graves. Outro exemplo é a necrose óssea (morte das células dos ossos), que ocorre com mais frequência na mandíbula, após aplicação de radiação em tumores de cabeça e pescoço.

Procedimento também atua na recuperação de complicações de cirurgias contra o câncer.


As complicações da radioterapia acontecem, pois há a diminuição do número de vasos sanguíneos na área irradiada, podendo ocasionar sintomas, como: coceiras, bolhas, descamações e feridas na pele. Também podem ocorrer sangramentos, tanto na pele, quanto em mucosas, como as que revestem o intestino e a bexiga. Um outro possível efeito colateral da radioterapia é a dificuldade na cicatrização de ferimentos, o que pode trazer sequelas graves. Outro exemplo é a necrose óssea (morte das células dos ossos), que ocorre com mais frequência na mandíbula, após aplicação de radiação em tumores de cabeça e pescoço.


Estes problemas podem acontecer de forma lenta, levando meses, ou até anos, para se manifestarem.   A oxigenoterapia hiperbárica pode tratar complicações decorrentes da radioterapia e, em alguns casos, contribuir para evitar que elas aconteçam. Em pacientes que são irradiados na cabeça, até mesmo a simples extração de um dente pode causar a necrose óssea. A oxigenoterapia pode contribuir para evitar que isto aconteça


A OHB é um tratamento médico em que o paciente entra em uma câmara pressurizada, respirando oxigênio (O2) a 100% sob condições de pressão duas a três vezes superior à pressão do ar atmosférico, o que é extremamente benéfico nas lesões em que há falta de oxigênio tecidual. O processo de cura é agilizado por meio de uma inalação maior de oxigênio, que se dissolve no plasma e eleva a tensão do gás nos tecidos.

 

Além dos exemplos acima, a oxigenoterapia hiperbárica também pode ajudar na recuperação de pacientes que passaram por radioterapia e evoluíram para uma complicação.

 
A oxigenoterapia hiperbárica é pouco conhecida, porém muito importante. A partir de 2010, foi incluída pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no rol de procedimentos com cobertura obrigatória por todos os planos de saúde para algumas patologias, como é o caso de complicações pós-operatórias. Muitos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), também já têm conseguido atendimento gratuito para o tratamento.

Rua Cel. Luiz Ferraz, 479 - Centro

Tel: (22) 3824-2440

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